Ontem, em Alijó, uma ideia ficou particularmente clara no debate sobre longevidade e envelhecimento: não é o campo ou a cidade, por si só, que determina um melhor envelhecimento. O que faz a diferença são as condições que cada território oferece para continuarmos a viver, participar e decidir. Habitação, mobilidade, acesso a cuidados e serviços, redes de apoio, participação e proximidade contam e contam de forma diferente em cada lugar. Uma aldeia pode oferecer relações fortes e proximidade, mas ter menos transportes ou serviços. Uma cidade pode concentrar respostas, mas também criar isolamento ou barreiras. Envelhecer bem depende menos do rótulo do lugar e mais da capacidade desse lugar para continuar a incluir-nos.

Podemos escolher onde envelhecer se os territórios não nos dão as mesmas condições?

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